Sobre
Acervo de filosofia e crítica
“A essência do dinheiro é […] que a atividade ou movimento de mediação, o ato humano e social pelo qual os produtos do homem se complementam mutuamente, se estranha do homem e se torna um atributo do dinheiro, uma coisa material fora do homem. […] Devido a esse mediador alienado – em vez de o próprio homem ser o mediador do homem – o homem passa a ver sua vontade, sua atividade e sua relação com os outros homens como um poder independente dele e deles. Sua escravidão, portanto, atinge o auge. É evidente que esse mediador agora se torna um verdadeiro Deus, pois o mediador é o poder real sobre aquilo que ele media para mim. Seu culto torna-se um fim em si mesmo. […]” (MARX, Comments on James Mill, 1844)

